“Elizafan, presente! Agora e sempre”, afirmam colegas

A diretoria e os funcionários do Sintrajud manifestam pesar pela morte do servidor aposentado da Justiça Eleitoral Elizafan Ramos Rodrigues de Souza, ocorrida na última sexta-feira (1º). O sepultamento aconteceu no cemitério Parque de Manaus, no dia 2. Natural de Coari, no interior do Estado do Amazonas, Elizafan residia mais recentemente em Manaus. Internado em estado grave […]

A diretoria e os funcionários do Sintrajud manifestam pesar pela morte do servidor aposentado da Justiça Eleitoral Elizafan Ramos Rodrigues de Souza, ocorrida na última sexta-feira (1º). O sepultamento aconteceu no cemitério Parque de Manaus, no dia 2. Natural de Coari, no interior do Estado do Amazonas, Elizafan residia mais recentemente em Manaus.

Internado em estado grave desde o dia 27 de janeiro, com insuficiência respiratória, o servidor não resistiu a um quadro de doença pulmonar obstrutiva crônica e fibrose pulmonar, e aos 73 anos, deixa netos, um filho e  três filhas. A esposa, Maria da Glória Mendes de Souza, havia falecido em fevereiro de 2016. O colega já havia perdido também dois filhos.

Sindicalizado desde 1998, Elizafan teve presença assídua nas atividades no Sintrajud e lutas da categoria.

Elizafan, ao fundo de pulover, em atividade da categoria.

“Ele participou de todas as nossas lutas. Esteve conosco nas inúmeras greves, marchas, acampamentos e idas a Brasília, além de ter participado do início da organização do Núcleo de Aposentados. Estará sempre presente”, lembrou o coordenador geral da Fenajufe Adilson Rodrigues dos Santos, servidor da Justiça Federal em Santos.

“Grande Elisafan… Era um sujeito muito particular…singular… a começar pelo nome. Foi um grande militante sindical. Discreto, nunca pleiteou cargos. Tinha a lucidez política dos operários, dispensava discursos e teses rebuscadas, era cristalino nas suas posições e nunca abandonou ou traiu seus aliados. No entanto, não era uma pessoa dura, áspera ou de maltratar quem quer que fosse. Fazia trabalho de base e convencimento nas plenárias como ninguém. Sentava junto às delegações com seu jeito bonachão e convencia quem quer que fosse do que era melhor para a categoria. Acho que não faltou em nenhuma caravana enquanto atuava no Sintrajud”, escreveu em uma rede social o ex-diretor do Sindicato Cláudio Antônio Klein, servidor do TRF.

 

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