Sintrajud cobra às administrações respeito ao direito de participação na greve geral

O Sindicato protocolou nesta segunda-feira (10 de junho) requerimento para que seja assegurado o respeito ao direito dos trabalhadores do Judiciário Federal participarem da greve geral convocada por dez centrais sindicais e centenas de sindicatos e movimentos sociais em todo o país para a próxima sexta-feira (14 de junho). Diante dos ataques incluídos na proposta de emenda constitucional da ‘reforma’ da Previdência, há meses a categoria discute a necessidade de uma paralisação nacional similar à que, em 2017, impediu a aprovação das mudanças no sistema de aposentadorias propostas pelo então governo Michel Temer (PMDB).

Após deliberações em assembleias, conselho de base, no 10º Congresso Nacional da categoria (o Congrejufe) e na última assembleia realizada em 18 de maio, pela adesão à greve geral, o Sindicato demandou às administrações do TRF-3, da JFSP, do TRE e do TRT-2 que sejam tomadas as providências para “que não ocorra qualquer atitude/decisão repressiva em face dos servidores públicos federais que aderirem à paralisação.”

A greve é um direito dos servidores públicos, garantido pela Constituição (art. 37, inc. VII), extensivo aos colegas em estágio probatório, e se houver pressão das chefias ou diretorias de fóruns para que os servidores compareçam ao trabalho no dia 14 de junho, o departamento Jurídico do Sindicato deve ser notificado de imediato. Caso haja ameaça de desconto de horas ou do dia, também. Outras orientações sobre o direito de greve podem ser lidas aqui.

Em São Paulo, metroviários, condutores de ônibus, ferroviários e até motoristas de transportes por aplicativos decidiram aderir à greve geral contra o desmonte do sistema de Previdência instituído na Constituição Federal de 1988.

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