Sindicato atende em regime de plantão telefônico

A sede do Sintrajud permanecerá fechada ao público nesta quinta e sexta-feiras em virtude da situação no entorno. Se precisar acionar o Sindicato para questões urgentes, seguem no plantão telefônico os diretores Claudia Vilapiano (11-98933-6276), Marcus Vergne (telefone 11-98622-7080) ou Maurício Rezzani (11-99399-2351). Atendimento à execução do PSSS/TRT-2 Nesta quinta e sexta-feiras o atendimento aos […]

A sede do Sintrajud permanecerá fechada ao público nesta quinta e sexta-feiras em virtude da situação no entorno. Se precisar acionar o Sindicato para questões urgentes, seguem no plantão telefônico os diretores Claudia Vilapiano (11-98933-6276), Marcus Vergne (telefone 11-98622-7080) ou Maurício Rezzani (11-99399-2351).

Atendimento à execução do PSSS/TRT-2

Nesta quinta e sexta-feiras o atendimento aos servidores da Justiça do Trabalho que têm direito a entrar no processo de execução judicial para devolução de descontos indevidos da contribuição previdenciária (PSSS) será feito apenas por meio do número *(11) 98975-2794*. Dúvidas podem ser sanadas também pelo e-mail <psss@sintrajud.org.br>.

A partir de segunda-feira (7/5) o funcionamento deve voltar a ser realizado no Sintrajud pelo telefone (11) 3222-5833, ramais 232 a 236. Serão confirmadas junto às autoridades as possibilidades de atendimento presencial, conforme a evolução dos trabalhos de remoção dos escombros.

Ontem o jurídico do Sindicato pediu formalmente à Defesa Civil informações sobre a liberação da área do edifício onde funciona a entidade.

Veja no link abaixo mais informações:

Convênio Claro e plano de saúde

Eventuais problemas com o convênio telefônico da Claro e o plano de saúde cujos beneficiários são atendidos no contrato firmado pelo Sindicato podem ser solucionados via o e-mail <convenio@sintrajud.org.br> ou no plantão de diretores, em casos de urgência.

Clube de Corrida e Caminhada

Dadas as condições de acesso restrito ao prédio do Sindicato, o Clube de Corrida e Caminhada do Sintrajud ocorrerá neste domingo (6/5) sem a estrutura de apoio (água e etc).

O diretor Marcus Vergne e o professor Alex Raval Bertozzi estarão no local de encontro dos participantes às 9 horas – na altura da rua Helvétia do elevado Presidente João Goulart (Minhocão).

Para associados e funcionários do Sintrajud, o Clube é gratuito. Servidores não sindicalizados pagam R$ 20 e terceirizados, prestadores de serviço e convidados pela categoria pagam R$ 10 a cada participação.

Solidariedade às vítimas do desabamento

O Sintrajud segue também acompanhando a situação das pessoas desabrigadas. Ontem à noite a maioria delas aceitaram ser transferidas do Largo do Paissandu para o Centro de Inclusão pela Arte, Cultura, Trabalho e Educação (CISARTE). A necessidade maior dos moradores neste momento é de fraldas, leite, alimentos não perecíveis, mantimentos – especialmente para crianças – e produtos de higiene (principalmente sabonetes, absorventes femininos e toalha de banho). Diante da chegada de uma frente fria, cobertores também são bem vindos. Roupas e sapatos os moradores informam que nestes primeiros três dias chegaram em quantidade suficiente.

O CISARTE fica no Viaduto Pedroso, 111 – Bela Vista, e funciona 24 horas. As doações podem ser entregues preferencialmente até às 23 horas.

Ontem o Sindicato doou um rolo de lona para cobertura de solo, a fim de evitar que as pessoas durmam no chão; corda para delimitação das áreas de atendimento médico, cozinha comunitária e demais necessidades; e as pulseiras que asseguraram a identificação de quem realmente vivia no prédio (dado que a exposição ao relento no Largo e o alto índice de vulnerabilidade social na região estavam dificultando o atendimento prioritário às vítimas do edifício).

O Sindicato também distribuirá a partir de hoje caixas para coleta de donativos nos principais prédios da Capital (sedes do TRE, TRF, TRT-2, fóruns da Justiça Militar da União, Pedro Lessa e Ruy Barbosa). O pedido de autorização às administrações foi feito ontem.

O trabalho de remoção dos escombros avança lentamente dada a cautela necessária. O prédio de número 8 da rua Antônio de Godói foi estruturalmente afetado e um pedaço de uma rachadura no último andar pode se desprender. O Corpo de Bombeiros informa agora pela manhã que atua no local com 62 profissionais e 20 viaturas, além de duas retroescavadeiras e caminhões. O trabalho também produz muita poeira e ainda há excessiva fumaça em função de pequenos focos de incêndio que ainda foram verificados até ontem à noite.

Embora o prédio onde fica a sede do Sindicato não tenha sido atingido, ontem para entrar era necessário se identificar no bloqueio formado pela PM na entrada da rua Antônio de Godói mais perto do viaduto Santa Efigênia. A outra entrada da Rua segue bloqueada pelos escombros e risco de desprendimento de parte do prédio de número 8. O  acesso ao público segue limitado para evitar prejuízo aos trabalhos e que pessoas curiosas se aproximem demais do trecho da rua onde os imóveis estão em observação e se exponham a ferimentos.

As autoridades já reconhecem oficialmente que ao menos quatro moradores do edifício podem ser vítimas fatais. Além de Ricardo, o rapaz que despencou junto com a estrutura do prédio enquanto os bombeiros tentavam salvá-lo, uma mulher chamada Selma Almeida da Silva e seus dois filhos de 10 anos. Outras 45 pessoas cadastradas como ocupantes do edifício Wilton Paes de Almeida ainda não fizeram contato com os poderes públicos desde o desabamento na madrugada de terça-feira, informa também o Corpo de Bombeiros.

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