Coletivo homenageia mulheres negras neste mês de julho

Debate sobre violências de gênero e raça, no dia 27, edição especial do clube de corrida e aula de defesa pessoal, no 28/7, marcam ações pelo Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha.

Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil

Integrando-se às iniciativas pelo Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha e de Tereza de Benguela (25 de julho), o Coletivo de Mulheres do Sintrajud – Mara Helena dos Reis realiza atividades especiais neste mês.

A primeira é o seminário Desigualdades sociorraciais e violências contra as mulheres no Brasil desde Tereza de Benguela, com a presença da escritora Marli Aguiar, trabalhadora dos Correios Juliana Bianchini e da jornalista Luciana Araujo. O debate acontece no dia 27 de julho (sábado), às 10h, no auditório do Sindicato.

As inscrições podem ser feitas até às 18 horas do dia 24 (quarta-feira) pelo e-mail <sintrajud@sintrajud.org.br> ou pelo telefone (11) 3222-5833, junto à Secretaria.

No domingo, 28, a partir das 9 horas, o Clube de Corrida do Sintrajud será voltado a elas, com direito a uma aula de defesa pessoal. A atividade acontece no Elevado João Goulart (o ‘Minhocão’), no Centro da capital, e as interessadas devem mandar mensagem com nome, lotação e telefones para contato para <sociocultural@sintrajud.org.br>.

O Coletivo também convida a categoria a participar da manifestação do dia 25, que terá início na Praça República, às 17h30, e percorrerá ruas do Centro antigo até a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos (no largo do Paissandu).

25 de julho: dia de Tereza de Benguela

No Brasil, o Dia de Tereza de Benguela, o 25 de julho, além de dar destaque às desigualdades de gênero e raça vivida na América Latina, também resgata a história da primeira mulher a comandar um quilombo – território povoado por negros e indígenas que resistiam à escravização e construíam formações coletivas de enfrentamento ao Estado. “Tereza de Benguela foi uma grande líder quilombola, as atividades que estamos promovendo tem a função de resgata não só história deste ícone, mas também de lembrar a resistência das mulheres negras no Brasil”, destacou a servidora Maria Ires Gracindo, servidora do JEF e diretora do Sindicato.

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