Coletivo de Mulheres tem nova reunião no dia 26 de outubro

Atividade terá início às 18 horas, via plataforma Zoom, para debater participação em iniciativa internacional contra a violência e casos de machismo na categoria.

Após encerrar com sucesso um ciclo de formação que contou com dois seminários e uma live, o Coletivo de Mulheres do Sintrajud – Mara Helena dos Reis tem novo encontro nesta segunda-feira (26 de outubro), a partir das 18h, por videoconferência.

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A reunião vai debater a participação das mulheres do Judiciário Federal no Estado de São Paulo nas ações e iniciativas relacionadas aos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres e o tratamento de casos de machismo relatados por servidoras no exercício de sua atuação sindical.

21 dias contra a violência de gênero

Em todo o mundo, o período entre 25 de novembro, Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, e 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, é reconhecido pela ONU como sendo de mobilização para erradicar as violências de gênero. No Brasil, o início da campanha foi antecipado para 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra, formando os 21 dias de ativismo, já que a violência contra as mulheres atinge ainda mais às negras.

O Coletivo

O Coletivo de Mulheres do Sintrajud reúne servidoras de todos os tribunais do Judiciário Federal no estado de São Paulo, funcionárias do Sindicato, e é aberto também às trabalhadoras terceirizadas que realizam suas atividades nos fóruns e demais unidades judiciárias.

Em 2019, as integrantes decidiram adotar o nome Mara Helena dos Reis, em homenagem à servidora da Justiça Federal em São Bernardo do Campo e ex-diretora de base vítima de feminicídio cometido pelo homem com quem vivia. O crime ocorreu na noite de Natal de 2018.

Servidora lendo a cartilha de orientação e combate ao assédio sexual produzida pelo Coletivo de Mulheres do Sintrajud (Crédito: Marcus Vergne).

Desde a criação do coletivo, em novembro de 2017, já foram realizados seis seminários e cinco transmissões ao vivo para debater direitos e vivências das mulheres, além de vários debates e atividades. A principal campanha permanente tem por alvo o combate ao assédio sexual, com a cartilha ‘Assédio sexual: a culpa nunca é da vítima’ (baixe aqui o PDF) e iniciativas de debate e atuação junto aos tribunais.