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30
de Setembro de 2005 às 14h53
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Sindicatos rompem com a CUT, suspendem pagamento da mensalidade e preparam a desfiliação
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A CUT é cada vez mais o braço do governo Lula no movimento sindical. Com Marinho no Ministro do Trabalho essa relação foi institucionalizada. Defende a política econômica e as reformas neoliberais do governo, e ainda acobertam a corrupção praticada pelo governo e os partidos que lhe dão sustentação. Expressão disso são as manifestações de apoio ao governo que a CUT tem organizado em várias capitais.
Por tudo isso cresce o processo de ruptura de sindicatos com a Central. Recentemente a ADUNESP (Associação dos Docentes da UNESP - Seção Sindical do ANDES/SN) formalizaram em Congresso da entidade a desfiliação da CUT e a adesão à CONLUTAS. O SINDBEL (Sindicato dos Servidores Municipais de Belo Horizonte) já aprovou a suspensão dos pagamentos à CUT e abriu processo de discussão na base para desfiliação. A mesma decisão foi tomada pelo SINDADOS (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Processamento da Dados) da Bahia. Em Santa Catarina, o SINTRAJUSC (Sindicato dos Trabalhadores no Judiciário Federal) decidiu desfiliar-se da CUT, e o detalhe é que a decisão foi tomada em assembléia convocada por exigência de abaixo assinado da base, já que a direção do sindicato queria mantê-lo filiado à CUT (80% dos presentes à assembléia votaram pela desfiliação). Em Guarulhos, plebiscito realizado na base do Sindicatos dos Servidores Municipais decidiu (com mais de 80% dos votos) desfiliar o sindicato da CUT. A mesma coisa aconteceu na Seção Sindical do SINASEFE de Santa Catarina. É preciso avançar e generalizar este processo por todo o país. Devemos aproveitar a convocação do Congresso Nacional marcado para o ano que vem para trazer cada vez mais entidades para o campo da CONLUTAS e da construção de uma alternativa para as lutas dos trabalhadores brasileiros. |
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Fonte: CONLUTAS
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