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23
de Novembro de 2005 às 17h03
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TRE indica paralisação para 24 de novembro
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Nesta quarta-feira, dia 23, cerca de 60 servidores participaram da assembléia do TRE, na entrada do prédio, às 13 horas. A assembléia discutiu sobre o indicativo de greve nacional do judiciário pela revisão do PCS e sobre a reivindicação específica do setor pelo pagamento das horas extras feitas no período do referendo. Com base nessas discussões, foi votado o indicativo de paralisação para o dia 24.
O fato de o Tribunal não querer pagar as horas extras é mais um motivo para os servidores da justiça eleitoral aderirem à mobilização. Segundo Eli Veríssimo da Silva, diretor do Sintrajud e servidor do TRE, "não há possibilidade de receber as horas extras sem uma forte mobilização". "O Tribunal tem dinheiro para pagar até uma folha amais, mas está segurando esse dinheiro", completou Démerson Dias, também diretor do sindicato e servidor do TRE. Sobre o PCS, também foi ressaltado que há dinheiro para viabilizá-lo. Cláudio Klein, diretor do sindicato, disse na assembléia que "até o final do ano, vão sobrar 18 bilhões de reais que o Palocci quer usar para pagar os juros da dívida. O nosso PCS tem um impacto de 4 bilhões. Por isso, é uma tarefa nossa mobilizar agora pela revisão". Ao final da assembléia, os presentes votaram por unanimidade um indicativo de paralisar as atividades no dia seguinte e fazer um arrastão no prédio para levar o máximo de pessoas à nova assembléia que está marcada para o horário de entrada, ao meio-dia. Nessa segunda assembléia, os servidores vão avaliar por quanto tempo vão parar. |
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