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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a política econômica e social do governo foram alvos de duras críticas na Marcha Contra as Reformas, realizada nesta quinta-feira 25, em Brasília. Lula foi chamado de traidor e acusado de conduzir o país de forma subserviente ao Fundo Monetário Internacional, o que se traduz na tentativa de aprovar reformas de cunho neoliberal, que reduzem direitos sociais e trabalhistas.
A estimativa inicial dos organizadores era de cerca de 12 mil trabalhadores e estudantes participaram do protesto unificado contra as reformas sindical, trabalhista e universitárias preparadas pelo governo.
A passeata, que percorreu o setor da capital federal onde estão localizados os ministérios e as sedes dos Três Poderes, saiu por volta das 11 horas da manhã, da Catedral. Houve paradas para atos públicos em frente aos Ministérios do Trabalho, da Educação e da Agricultura e do Congresso Nacional. "Foi a primeira manifestação unificada e isto é importante para a luta contra as reformas, quer vai continuar", diz José Carlos Sanches, diretor do Sintrajud que esteve no ato.
O sindicato enviou um ônibus para a manifestação - servidores e aposentados do Judiciário Federal participaram. Houve expressiva presença de estudantes.
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